Durante a votação do novo modelo de custos para as distribuidoras de energia elétrica, algumas empresas manifestaram-se contra o novo método. Luiz Fernando Rolla, diretor-executivo da Cemig, argumenta que há uma discrepância entre os valores usados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a realidade da companhia.
"Há uma preocupação da Cemig em relação ao relatório que está sendo aprovado hoje.
A grande preocupação é a discrepância dos cálculos realizados e a nossa realidade. Não condiz com o histórico da Cemig, hoje responsável por 11% do mercado de energia elétrica (do País). É necessário que se faça uma simulação um pouco mais coerente", defendeu o executivo.
Rolla argumenta que, pelo novo modelo, a Aneel fixaria para a Cemig custos 18% abaixo de outras empresas. "A Cemig vai ter o seu equilíbrio econômico financeiro rompido", alertou o executivo. "Os custos operacionais da Cemig serão drasticamente reduzidos, o que gerará impacto na qualidade do fornecimento e capacidade de atendimento de novas demandas", enfatizou Rolla.
Esta matéria tem: (3) comentários
Autor: danilo crivellari
Piorar a qualidade de atendimento????, meu filho de 3 anos relaciona chuvas com falta de energia. A piora será de ruim para pessimo. | Denuncie |
Autor: Mario
A cemig não diferente das demais, ou seja, enquanto estava tendo lucros absurdos ficava calada, agora que Aneel colocou as despesas no devido lugar a Cemig reclama. Na prática quem vai pagar o "pato" quero dizer a conta vai ser a população como sempre. Cemig tem a energia mais cara do planeta. | Denuncie |
Autor: Carlos Alberto
A partir do momento em que a Cemig parar de fazer "gracinhas" de doações de campnhas eleitorais de políticos corruptos, haverá equilíbrio econnomico/financeiro portanto, Sr.Rolla, faça uma volta funda e.......... | Denuncie |