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Estado de Minas

Tecnologia sensorial: 77% dos usuários preferem interagir com conteúdo habilitado para haptic

77% dos usuários preferem interagir com o conteúdo habilitado para haptic


postado em 21/08/2017 10:45

(foto: Dino)
(foto: Dino)
Quem imagina que o desenvolvimento das telas dos smartphones chegou ao seu limite, com tantas inovações para a função touchscreen, se engana. Haptic é a tecnologia responsável pela experiência de sensibilidade ao toque dos gadgets. O desafio dado às empresas do setor é como transformar a interação ainda mais ágil e única.

"O toque é o coração de umas das experiências mais poderosas. Ele informa, excita e humaniza - aproximando pessoas e marcas", afirma Karoline Gebrael, International Theatrical Media Specialist, na Universal McCann, em Los Angeles, EUA. Há alguns meses, Karoline participou de um evento que a Immersion realizou, empresa especializada em haptic, e que desde 1993, quando os computadores e dispositivos pessoais eram relativamente novos, onde já era imaginado que o passo maior seria dado.

Durante dois anos, a Immersion realizou uma importante pesquisa por meio de experimentos sobre o campo da tecnologia sensorial. Em cima dos comentários e resultados dos estudos e começaram a pensar em traduzir isso para as experiências digitais. 77% dos usuários preferem interagir com o conteúdo habilitado para haptic, 85% dos usuários se sentem mais imersos em vídeos aprimorados com essa tecnologia e aumento de 440% na taxa de cliques quando os anúncios são aprimorados com a ferramenta.

"Foi assim que surgiu a tecnologia TouchSense®, permitindo essas conexões, estendendo o poder do toque ao mundo digital. Com haptic, os usuários podem sentir os botões em uma tela de celular. Os jogadores sentem a força G aplicada a um carro em torno de uma curva S. E os que assistem filmes, sentem a percussão de uma explosão", conta Karoline que é publicitária e pós-graduada em Engenharia de Marketing e Business and Managment of Entertainment na UCLA, na Califórnia.

De uma maneira prática pode ser afirmado que o dispositivo praticamente vai transmitir as sensações aos usuários. Por exemplo, um filme pode fazer o tablet vibrar com um momento de tensão ou o celular com um jogo. A profissional brasileira e radicada em território americano aponta para o papel dos profissionais de comunicação e marketing a partir de agora. "Precisamos emplacar essa tecnologia no máximo de países, sem deixar de analisar o comportamento diferente de cada cultura. Porque a diferença de hábitos e até acesso à tecnologia provavelmente apontarão um resultado divergente", comenta.

Haptic também é ótimo para Negócios. Marcas em todo o mundo estão descobrindo o poder do toque. Pode ser um diferenciador poderoso em telefones, carros, permitindo interações mais ricas de usuários e interfaces mais intuitivas. Também está sendo possível ver resultados tangíveis para criadores de conteúdo. Os criadores de jogos, anunciantes e provedores de vídeo estão usando essa tecnologia para criar experiências altamente imersivas que melhoram o engajamento e a lucratividade.

Karoline Gebrael é graduada em Comunicação Social com ênfase em publicidade e propaganda, pós-graduada em Engenharia de Marketing em Grenoble, na França e especialista em Business and Managment of Entertainment, na UCLA. Karoline Gebrael trabalhou em grandes agências de publicidade como McCann Erickson, Africa, DM9, grandes veículos de comunicação como UOL, Editora Abril, iG e na multinacional Johnson & Johnson. Atualmente Karol mora em Los Angeles e atua na Universal McCann, agência global de mídia e publicidade, atendendo o grande estúdio da Sony Pictures.


Website: https://www.linkedin.com/in/karolgebrael/

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