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Editorial

Fartura pacificadora

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postado em 27/09/2015 06:00 / atualizado em 22/09/2015 14:52

Anna Marina /Estado de Minas

A história dos encontros populares onde a boa comida tinha papel preponderante começou no fim dos anos 50, ínicio dos 60. Na época, o governador da cidade era José Francisco Bias Fortes e sua mulher, Queridinha, natural de Barbacena, trouxe de lá a tradição tão mineira das barraquinhas. Em busca de dinheiro para seus programas sociais, não teve dúvidas: criou a tradição de promover animadas barraquinhas na Praça da Liberdade. A sociedade prestigiava a novidade e entre tômbolas comandadas por Oscar Neto, as barracas serviam delícias das festeiras mineiras. Os pastéis de nata eternamente perfeitos de dona Neneca eram disputados palmo a palmo e no fim da noite não restava nenhum.

Já naquela época estava lançada uma tradição que Rodrigo Ferraz ousou reviver com seu projeto Fartura. Unir pessoas em torno de bons pratos e bons petiscos pode ser, inclusive, um lenitivo para a alma dos mineiros, que como os brasileiros sofrem na alma as agruras de um governo que não existe. A diferença entre as barraquinhas mineiras e o Projeto Fartura é que aqui estarão chefs de vários estados brasileiros, além das estrelas locais. E nos dias 3 e 4 será possível curtir um fim de semana feliz, relaxado, amparados por delícias que unem multidões.
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